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  • Elizabeth Christina Cotta Mello | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Elizabeth Christina Cotta Mello Projeto: História da arte e seus paradigmas: um encontro entre epistemologia, arte e psicologia junguiana Resumo: Há inúmeras perspectivas dentro da história da arte, e é natural que cada época procure romper com o já realizado e responder questões históricas e culturais, bem como confrontar-se com os limites e unilateralidades de épocas anteriores. Este projeto está inserido no âmbito das pesquisas sobre epistemologia e história da arte, incluindo o embate direto com a imagem. Tomaremos dois modelos como ponto nevrálgico da discussão, são eles: o modelo de criação e o modelo epistemológico tradicional. A pesquisa estará fundamentada a partir do diálogo com estudos de Aby Warburg, W. Shiper, C. G. Jung e Peter Burke para sustentar uma abordagem que transita entre o psicológico, o artístico, o histórico e o cultural. Elizabeth Christina Cotta Mello. História da Arte e seus Paradigmas. Colagem, tinta acrílica e canetas hidrocor em suporte de madeirite. Seis partes de 50 x 80 cm. 2017. Acervo da pesquisadora.

  • Ana Paula Alves Ribeiro | PPGHA | UERJ

    Ana Paula Alves Ribeiro Antropóloga, Professora Adjunta da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF - Pedagogia, Departamento de Formação de Professores/UERJ), do Programa de Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA/UERJ) e do Programa de Pós-Graduação em Culturas e Territorialidade (PPCULT/UFF). Bolsista do Programa de Incentivo à Produção Científica, Técnica e Artística, o PROCIÊNCIA/UERJ, é pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB/UERJ), coordenadora do Programa de Extensão Museu Afrodigital Rio de Janeiro (UERJ), também fazendo parte do seu conselho curador e de redação, assim como do Laboratório de Experimentações Artísticas e Reflexões Criativas sobre Cidades, Saúde e Educação (LEARCC, UERJ & Fiocruz). Tem experiência nas áreas de Antropologia (do Cinema, Visual, Urbana e das Populações Afro-brasileiras) e Metodologia da Pesquisa. Atua também com curadoria e educativo de cinema e artes visuais e pesquisa os seguintes temas: Imagens das Cidades (Fotografias, Arte Pública, Arte Urbana, Performances), Cinema e Cidade, Cinema Negro, Cultura Visual, Museus Negros, Museus Afro-digitais, Cultura afro-brasileira, Políticas Públicas e Relações étnico-raciais e Educação. E-mail anapalvesribeiro@gmail.com Projeto de pesquisa Fotografia de Ana Paula Ribeiro, 2019 Título Imagens das Cidades (Fotografia, Arte Pública, Arte Urbana, Performances); Cinema e Cidade; Cinema Negro; Cultura Visual; Museus Negros; Museus Afro-digitais. Linha de Pesquisa Arte e Alteridade Descrição Projeto de pesquisa multidisciplinar que pretende abordar, a partir da antropologia (urbana, das populações afro-brasileiras e visual) e do diálogo com os campos do cinema, artes visuais e arquitetura, observar e acompanhar artistas negras e negros, seus trânsitos e fluxos em espaços culturais e artísticos das cidades, em mostras e festivais de arte e cinema e perceber como suas trajetórias são construídas por meio dos circuitos das artes. Interessa-me refletir sobre processos e circulações de artistas, produtores e curadores negras e negros em circuitos artísticos, galerias e museus, assim como mostras e festivais de cinema. Chego a esta interseção após dez anos de pesquisa nos campos de cinema e cidade e cinema negro e tenho percebido, neste sentido, como em algumas propostas, projetos e casos, as fronteiras entre campos artísticos flutuam, são deslocadas, manchadas (borradas) ou são suspensas. A atuação deste projeto se dá na Pesquisa, em diálogo com o Programa de Extensão Museu Afrodigital Rio de Janeiro, e compõe um projeto maior denominado ‘Borrando Fronteiras: Interseccionalidades em curso, disputas políticas e narrativas entre visualidades, performances, intervenções e movimentos urbanos’.

  • Luciane Medeiros de Souza Conrado | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Luciane Medeiros de Souza Conrado Projeto: Personagem-fantasia: o percurso da criação estética e da representação simbólica nas indumentárias do mestre sala e da porta bandeira Plano de trabalho: Investigação da criação das fantasias do mestre sala e porta bandeira, refletindo como objeto estético se constitui em uma confluência de construções e representações simbólicas. Acompanhamento em trabalho de campo, desde a ideação, ao desenho, confecção da indumentária no ateliê, até sua iconicidade e atravessamentos no corpo do bailarino. Resumo: Atuando como uma representação das favelas cariocas e centros de sociabilidade no período imediato do pós-abolição da escravidão negra, as escolas de samba firmaram-se na cidade como potentes e complexas organizações na cidade do Rio de Janeiro. Entre as décadas de 50 e 60, paulatinamente, essas instituições ampliaram seu contato com a classe média da cidade absorvendo, em suas estruturas, cenógrafos que incrementaram a produção visual de seus desfiles carnavalescos. Um de seus expoentes foi Fernando Pamplona, professor da Escola de Belas Artes. Entretanto, em 1972, Miguel Moura, pintor negro e morador do morro do Salgueiro, acusava Pamplona de “modernista” e que antes de sua chegada às escolas de samba ele já cumpria essa mesma função em outras agremiações do morro pois, à época “ninguém queria subir o morro pra fazer carnaval”. A partir de tal problemática, busco entender de que maneira Moura reclamava, para si, o protagonismo nas artes carnavalescas da cidade a partir de sua atuação entre as décadas de 30 e 50. Tapeçaria de Madalena Santos Reinbolt, Sem título , c.1969-77. Col. Edmar Pinto Costa.

  • Reginaldo Leite | PPGHA | UERJ

    Reginaldo Leite É professor adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte da UERJ. Realizou pesquisa de pós-doutorado no PPGHA / UERJ. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV / UFRJ. Mestre em História da Arte pelo PPGAV / UFRJ, universidade pela qual é graduado em Cenografia. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA). Atuou como cenógrafo em óperas, teatro, balés, cinema e carnaval, recebendo algumas premiações. Sua área de interesse compreende a história da arte brasileira e europeia dos séculos XIX e XX, sobretudo, o estudo da expressão dramática nas artes visuais e o decadentismo. E-mail rochaleitereginaldo@yahoo.com Projeto de pesquisa Título Imagem em abertura: pathos e expressão dramática na produção visual do século XIX e da primeira metade do século XX Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Partindo do pensamento de Georges Didi-Huberman, o qual acredita ser possível compreender a história da arte por meio de três linhas específicas – da estética, da semântica e do pathos, este projeto de pesquisa propõe refletir sobre emoção, pathos e decadentismo na produção visual dos oitocentos e da primeira metade do século XX. O estudo parte da observação de como os manuais compositivos, elaborados pelo francês Charles Lebrun (1619-1690) – Epítome de Anatomia e Physiologia das Paixões –, e pelo espanhol Modesto Brocos Y Gomez (1852-1936) – Retórica dos pintores –, adotados como material didático durante a formação artística acadêmica, foram utilizados como receituários das “fórmulas de representação dos estados da alma” por artistas do período selecionado. Em sequência, o projeto pretende verificar como a crítica da arte se comportou diante dos trabalhos visuais que primavam pela emoção, assim como, pelo seu perfil decadentista, na Europa e no Brasil. Título Imagem em abertura: pathos e expressão dramática na produção visual do século XIX e da primeira metade do século XX Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Partindo do pensamento de Georges Didi-Huberman, o qual acredita ser possível compreender a história da arte por meio de três linhas específicas – da estética, da semântica e do pathos, este projeto de pesquisa propõe refletir sobre emoção, pathos e decadentismo na produção visual dos oitocentos e da primeira metade do século XX. O estudo parte da observação de como os manuais compositivos, elaborados pelo francês Charles Lebrun (1619-1690) – Epítome de Anatomia e Physiologia das Paixões –, e pelo espanhol Modesto Brocos Y Gomez (1852-1936) – Retórica dos pintores –, adotados como material didático durante a formação artística acadêmica, foram utilizados como receituários das “fórmulas de representação dos estados da alma” por artistas do período selecionado. Em sequência, o projeto pretende verificar como a crítica da arte se comportou diante dos trabalhos visuais que primavam pela emoção, assim como, pelo seu perfil decadentista, na Europa e no Brasil.

  • Seleção ME e DO 2025 | PPGHA | UERJ

    Processo Seletivo PPGHA - UERJ 2025: Mestrado e Doutorado O Programa de Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) anuncia a abertura das inscrições para os processos seletivos de Mestrado e Doutorado, com início das aulas previsto para o 2º semestre de 20251. O PPGHA oferece formação acadêmica de excelência, com corpo docente qualificado e linhas de pesquisa que abrangem diversos campos da História da Arte. Os processos seletivos visam selecionar candidatos com interesse em pesquisa e produção acadêmica na área, capazes de contribuir de forma significativa para o campo de estudos. Mestrado: São oferecidas 12 vagas para o curso de Mestrado Acadêmico. O processo seletivo inclui a avaliação do currículo Lattes e do anteprojeto de dissertação, uma prova escrita, uma arguição oral para defesa do anteprojeto, e um exame de suficiência em língua estrangeira. É indispensável a comprovação de conhecimento em uma língua estrangeira. O público-alvo são licenciados, bacharéis e mestres em História da Arte, Artes e áreas afins. Doutorado: São oferecidas 8 vagas para o curso de Doutorado Acadêmico. O processo seletivo inclui a avaliação do currículo Lattes e do anteprojeto de tese, uma arguição oral para defesa do anteprojeto, e um exame de suficiência em língua estrangeira. É indispensável a comprovação de conhecimento em duas línguas estrangeiras. O público-alvo são portadores de diploma de Mestrado em áreas afins. Informações Importantes para Ambos os Níveis: As inscrições para ambos os níveis (Mestrado e Doutorado) ocorrerão no período de 03 de março de 2025 a 07 de abril de 2025. 30% das vagas são reservadas para candidatos cotistas, conforme as leis estaduais. Candidatos cotistas são isentos da taxa de inscrição. Todos os candidatos serão submetidos a um processo seletivo único. A documentação exigida para ambos os níveis inclui ficha de inscrição, comprovante de pagamento da taxa de inscrição (exceto para cotistas), cópias de documentos pessoais, diplomas, histórico escolar, currículo Lattes, e anteprojeto de pesquisa. A inscrição implica o conhecimento e a aceitação das normas estabelecidas nos editais. Os candidatos que se sentirem prejudicados em qualquer etapa do processo seletivo poderão interpor recurso, de acordo com os prazos estabelecidos nos editais. Os editais completos, com todas as informações e cronogramas, estão disponíveis abaixo. Este é um breve resumo dos processos seletivos. Consulte os editais completos para obter todos os detalhes e requisitos específicos de cada nível. Prepare-se com antecedência e não perca os prazos! RESULTADO DA PROVA ESCRITA ON-LINE Clique para baixar ALTERAÇÃO DE EDITAL Clique para baixar ALTERAÇÃO DE EDITAL Clique para baixar RESULTADO DAS PROVAS DE LÍNGUA ESTRANGEIRA - MESTRADO E DOUTORADO PROVA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Mesmo local da prova de conhecimentos específicos. 13h RESULTADO DAS ARGUIÇÕES ORAIS - DOUTORADO Clique para baixar RESULTADO DAS ARGUIÇÕES ORAIS - MESTRADO Clique para baixar SENHA PARA ENTRADA NO ZOOM DIVULGAÇÃO DA TABELA DE HORÁRIOS DAS ARGUIÇÕES ORAIS - MESTRADO Clique para baixar DIVULGAÇÃO DA TABELA DE HORÁRIOS DAS ARGUIÇÕES ORAIS PARA DEFESA DO ANTEPROJETO DE TESE - DOUTORADO Clique para baixar DIVULGAÇÃO DO EXAME DOS RECURSOS - MESTRADO Não houve recurso deferido. RESULTADO DA PROVA ESCRITA- MESTRADO Clique para baixar AVISO - LOCAL DE PROVA Clique para localização no mapa. AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES E DO ANTEPROJETO DE TESE Clique para baixar AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO E DO PROJETO DE DISSERTAÇÃO Clique para baixar RESULTADO DA ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO GERAL - MESTRADO Clique para baixar RESULTADO DA ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO GERAL - DOUTORADO Clique para baixar EDITAL DE SELEÇÃO DE MESTRADO Clique para baixar EDITAL DE SELEÇÃO DE DOUTORADO Clique para baixar Grupos de Pesquisa Laboratório da Arte Carnavalesca (LAC) Tem por objetivo reunir pesquisadores interessados em questionar as abordagens tradicionais do pensamento carnavalesco e propor novos enfoques capazes de colocá-las sob novas perspectivas no campo da arte e da cultura contemporâneas. Procura incentivar discussões que proponham novas teorias do pensamento acadêmico sobre questões ligadas ao carnaval em seu sentido mais amplo, incluindo-se aí as formas assumidas pela festa, suas expressões dramáticas, suas formas de socialização e suas manifestações indumentárias e alegóricas. Integrantes Felipe Ferreira e Marcelo Campos

  • Rafael Cardoso | PPGHA | UERJ

    Rafael Cardoso PhD em História da Arte pelo Courtauld Institute of Art/Universidade de Londres. Membro da AICA-Deutschland e do Verband Deutscher Kunsthistoriker (CIHA). Atua como membro colaborador do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e como pesquisador associado junto ao Lateinamerika-Institut da Freie Universität Berlin (Alemanha). É autor de vários livros sobre história da cultura, da arte e do design no Brasil, sendo o mais recente: Modernity in Black and White: Art and Image, Race and Identity in Brazil, 1890-1945 (Cambridge University Press, 2021). Principais temas e interesses: arte brasileira, séculos 19 e 20; história das artes gráficas, dos impressos e do design; modernismo e primitivismo; exílio e transculturação; teoria da imagem; história do ensino artístico. E-mail rafaelcardoso.email@gmail.com Projeto de pesquisa Título Modernismos, modernidade e modernização na arte brasileira, 1889-1945 Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição O período que se estende da proclamação da República até o fim do Estado Novo abrange uma série de tentativas de modernização artística que incluem a Semana de Arte Moderna de 1922, mas não se limitam a ela. Existiu uma gama de iniciativas modernizadoras que podem ser entendidas, cada uma a seu feitio, como modernismos (partindo do pressuposto de que não existe um só modernismo, mas vários alternativos). O projeto se dedica ao estudo dessas manifestações, não somente nas chamadas belas-artes como também nas artes aplicadas, artes gráficas, fotografia e áreas congêneres. O intuito é desconstruir as imbricações entre modernismo e arcaismo, primitivismo e cosmopolitismo, que atravessam quase todos os projetos de modernização na história cultural brasileira. Especialmente importante é refletir sobre as contradições entre discursos de vanguarda e práticas oligárquicas, características do contexto latino-americano, resultando numa modernização desigual em que o modernismo artístico nem sempre corresponde à modernidade social, em termos de raça, classe e gênero. A tensão entre arte erudita, cultura popular e cultura de massa é de importância primordial para se compreender o desejo de modernidade na arte brasileira.

  • Daniele Cristina Liberato de Oliveira | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Daniele Cristina Liberato de Oliveira Ângelo Agostini. Revista Illustrada. Ano 13, n º 507, p.1. Rio de Janeiro, 1888. Fonte: BN Digital Projeto: De Possuída à Redentora: a indesejada Princesa Isabel e seu imaginário sob o olhar de Angelo Agostini na Revista Illustrada durante a segunda metade do século XIX - 2022-2024 Resumo: O presente trabalho procura compreender a construção de um imaginário sobre a Princesa Isabel sob a perspectiva do ilustrador Angelo Agostini, em sua atuação na Revista Illustrada, entre os anos de 1876 e 1898. Neste período, as imagens criadas sobre a Princesa tiveram diferentes abordagens, as quais poderiam compreender desde sua rejeição à possibilidade de um Terceiro Reinado até o título de Redentora, este último conectado a suas atividades que contribuíram para o fim da escravidão no Brasil. A pesquisa analisa o repertório visual produzido pelo artista na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de aprofundar-se sobre a recepção da Princesa em um meio de comunicação cotidiano da população brasileira. Pretnde, ainda, analisar como seu impacto foi sendo ampliado à luz dos acontecimentos políticos do período. Sendo assim, o presente trabalho busca estabelecer uma relação entre a criação e circulação da imagem da Princesa que posteriormente se converteria em uma heroína para a República. Palavras-chave: Princesa Isabel; Angelo Agostini; iconografia política; Revista Illustrada

  • Marcos Albuquerque | PPGHA | UERJ

    Marcos Albuquerque Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPCIS) e no Programa de Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA). Doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2011). Possui graduação em Ciências Sociais, com habilitação em Antropologia, pela Universidade Federal de Campina Grande (2002) e mestrado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (2005). Atualmente é Coordenador do N.A.d.A (Núcleo de Antropologia da Arte) – UERJ; vice-coordenador do INARRA (Imagens, Narrativas e Práticas Culturais) – UERJ, também é filiado ao NEPI (Núcleo de Estudos das Populações Indígenas) – UFSC, ao LACED (Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento) – UFRJ, e vinculado à rede RAMA (Rede de pesquisas em memória, identidade, poder, ambiente e território). Tem experiência na área de Antropologia e Arte, com ênfase em arte étnica, performance, museus e antropologia visual. E-mail uerjmarcos@gmail.com Projeto de pesquisa Título O dispositivo da autenticidade: a presença indígena nos museus Linha de Pesquisa Arte e Alteridade Descrição Este projeto pretende investigar a presença indígena nos museus. Por “presença” aqui se entende o regime imagético que opera nessas instituições, ou seja, as modalidades de gestão da imagem do indígena. Os museus, os museus indígenas e “indigenizados” vêm se apresentando como um importante espaço de reflexão acadêmica. Neste projeto analiso as modalidades pelas quais a assinatura colonial se relaciona com a gestão metonímica do passado e do contemporâneo nessas instituições. Para isso, recorro à investigação de campo e etnográfica somada a problematizações teóricas sobre os efeitos do dispositivo da autenticidade na promoção intercultural de tradições indígenas.

  • Vera Beatriz Siqueira | PPGHA | UERJ

    Vera Beatriz Siqueira Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999), possui mestrado em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1993) e graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1983). É professora titular e pró-cientista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde atuou como vice-diretora do Instituto de Artes, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Artes e do curso de Bacharelado em História da Arte. Suas pesquisas atuais discutem a arte moderna brasileira e sua participação na geopolítica institucional, bem como a relação entre arte e ecologia. É autora dos livros Arte no Brasil: anos 20 a anos 40 (Barléu, 2021), Wanda Pimentel (Silvia Roesler/Prefeitura do Rio, 2012), Cálculo da Expressão: Goeldi, Segall, Iberê (Imprensa Oficial SP/Fundação Iberê Camargo, 2010), Iberê Camargo (Cosac Naify, 2009), Burle Marx (Cosac Naify, 2001 e 2ª edição em 2009) e Milton Dacosta (S. Roesler Edições de Arte, 2005), entre outros, além de vários artigos em livros e revistas. Co-organizou os livros História da Arte: ensaios contemporâneos (EdUerj, 2011), História da Arte: Escutas (Art-Uerj, 2011) e História da Arte: Conexões (EdUerj, 2014). Atuou como curadora de exposições na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre), Museu Lasar Segall (São Paulo), Museus Castro Maya e Paço Imperial (Rio de Janeiro). É Cientista do Nosso Estado (Faperj) e bolsista produtividade do CNPq. De setembro a dezembro de 2012 e entre janeiro e março de 2020, foi pesquisadora visitante (guest scholar) no Getty Research Institute, em Los Angeles, EUA. Entre 2016 e 2017, realizou estágio pós-doutoral no Programa de Pós-graduação em História Social da PUC-Rio. De 2018 a 2022, atuou como Coordenadora da área de Artes e membro do Conselho Técnico Científico do Ensino Superior (CTC-ES) junto à Capes/Ministério da Educação. Em 2024, assumiu a representação da área de Artes no Comitê Assessor de Artes, Ciência da Informação, Comunicação e Museologia do CNPq. E-mail vera.siqueira@uerj.br Projeto de pesquisa Le Louvre. Ilustração em Vicente do Rego Monteiro, Quelques visages de Paris. Paris: Imprimerie Juan Dura, 1925. Título Outro moderno Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição O projeto pretende refletir sobre a possibilidade de se formular uma história da arte moderna no Brasil, buscando desenvolver os seguintes objetivos: 1. Debater as principais propostas historiográficas; 2. Elaborar conceitos operatórios e críticos que permitam a construção de séries históricas significativas para a compreensão da arte moderna no Brasil, capazes de desafiar marcos cronológicos tradicionais; 3. Construir um repertório de artistas e obras, cujas relações baseiam-se em afinidades e/ou divergências poéticas e históricas não previstas nos esquemas mais tradicionais da nossa história da arte moderna; 4. Criar um espaço de debate permanente e produção de conhecimento sobre a questão do moderno no Brasil, reunindo pesquisadores de diferentes instituições, além de estudantes de graduação e pós-graduação. As questões centrais serão: como fazer uma história da arte moderna no Brasil? Que obras, artistas e problemas discutir? Como fugir das vertentes mais tradicionais de visão sobre o modernismo brasileiro? Como escapar das armadilhas da comparação entre obras locais e internacionais? Que premissas conceituais e poéticas devem ser adotadas nesse percurso? Que marcos históricos ou cronológicos adotar?

  • Lia Imanishi Rodrigues | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Lia Imanishi Rodrigues Projeto: Trânsitos: cultura popular e arte moderna e contemporânea no Brasil Plano de trabalho: Escritas da cidade: trânsitos entre cultura popular e arte urbana Resumo: A presente pesquisa integra-se ao projeto de pós-doutorado estratégico “Trânsitos: cultura popular e arte moderna e contemporânea no Brasil”. Busca apreender o que a criação oriunda da cultura popular aportou a uma história das formas urbanas em termos estéticos, mas também conceituais, sociais e políticos. Por meio de estudos de casos de artistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, que expõem suas obras nas ruas a partir dos anos 1970, e que levaram projetos artísticos a bienais de arte e de arquitetura, à Fundação Cartier para a Arte Contemporânea, ao Tate Museum e ao Palais de Tokio, entre outras instituições de renome, a pesquisa esmiúça aspectos da performance de exploração e ocupação da cidade com graffitis, pixações, estêncis, posters e murais. Nesse desdobramento, são abordados assuntos que transitam entre a periferia e o centro da cidade, a favela e o asfalto, a selva e o arranha-céu, a caligrafia e a pintura, a arte e a ilegalidade. Cazé, 2020. Rua Benjamin Constant, Glória, Rio de Janeiro. Fotografia: Lia Imanishi

  • Alexandre Ragazzi | PPGHA | UERJ

    Alexandre Ragazzi É especialista em História da Arte do Século XX pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. É mestre e doutor em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas, tendo realizado seu doutoramento em um programa de cooperação com a Università degli Studi di Firenze (Itália). Foi bolsista da Villa I Tatti – The Harvard University Center for Italian Renaissance Studies e da Fundación Carolina. Entre 2011 e 2015, foi professor adjunto da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é professor adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte. Seus interesses de pesquisa estão voltados sobretudo para as relações entre pintura e escultura durante o Renascimento e o Maneirismo italianos. E-mail alexandre.ragazzi@uerj.br Projeto de pesquisa Agostino Veneziano. Academia de Baccio Bandinelli . 1531. Título A arte e seus modelos Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Sem restrições temporais ou geográficas, este projeto procura reunir temas variados e articular, de um lado, os processos técnicos empregados para a realização de uma obra de arte e, de outro, a noção de modelo enquanto elemento constitutivo e seminal para a produção artística. Nesse sentido, duas vertentes de trabalho poderão ser consideradas: a) Estudos relativos às funções dos modelos nos processos de criação artística, sendo o termo modelo compreendido tanto em sentido concreto quanto abstrato; b) Análises de práticas artísticas desenvolvidas com o objetivo de transpor, da maneira mais eficiente possível, o modelo inicial para obra de arte.

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