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  • Mestrado | PPGHA | UERJ

    Mestrado Duração : 24 meses Créditos : 25 Carga horária : 375 horas Estrutura curricular Percurso Curricular Sugerido

  • Mestrandos | PPGHA | UERJ

    Discentes – Mestrado 2024 Alessandra Cadore Goulart Orientador: Reginaldo da Rocha Leite Carlos Eduardo de O. S. Cassiano Orientador: Marcos Albuquerque Coorientador: Maurício Barros de Castro Diego de A. Alves Moreira Orientador: Leonardo Bora Francielle Idala Dias Orientadora: Ana Paula Ribeiro Lorena de Paula Perassoli Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Maria Paula F. Cardozo da Silva Orientador: Leonardo Augusto Bora Mauro Ramalho Motta de Barros Orientador: Reginaldo da Rocha Leite Yasmin Queiroz da Conceição Orientadora: Ana Paula Ribeiro Barbara Cristina M. Moerbeck Orientador: Alexandre Ragazzi David Henrique de Andrade Bispo Orientador: Igor Simões Felipe da Silva Aveiro Orientador: Maurício Barros de Castro Gessica Cristina Barral F. Amorim Orientador: Igor Simões Marcos Vinícius Lage da Silva Orientador: Reginaldo da Rocha Leite Mateus Salomão Siqueira Chaves Orientadora: Tamara Quírico Ruan Granado Avelar Orientador: Leonardo Augusto Bora 2023 Joice Maria Borges Viecceli Orientador: Marcos Albuquerque Karolinny R. de Brito da Rocha Orientadora: Tamara Quírico Mariana Baptista Teixeira Orientador: Luiz Felipe Ferreira Carina Amorim Oliveira Orientadora: Maya Suemi Lemos Joanna Barbosa Balabram Orientadora: Fernanda Pequeno Da Silva Beatriz Carvalho Schreiner Orientador: Rafael Cardoso Denis André Mauricio G. Mesquita Orientadora: Tamara Quírico Thiago Freitas Herdy Lima Orientador: Alexandre Ragazzi 2022 Caroline Mendes P. R. da Costa Orientador: Marcos Albuquerque Mariana Silva Vidal Orientadora: Evelyne Azevedo Vitoria Paes Carvalho Orientador: Alexandre Ragazzi Eliane Areas Cid Orientadora: Maria Berbara Thamires de L. de Avelar e Silva Orientadora: Tamara Quírico 2021 Amanda R. de F Pizani Domiciano Orientador: Rafael Cardoso Carolina Nunes Santos Orientadora: Evelyne Azevedo Fabiana Ferreira de Alcântara Orientador: Marcos Albuquerque Júlia Maria de Souza dos Santos Orientador: Rafael Cardoso Laura Cristina Souza da Silva Orientadora: Fernanda Pequeno Marina Duarte Martinez Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Vanessa Freitas Mendes Callado Orientadora: Maria Berbara Camila de Macedo Souza Orientadora: Maya Suemi Lemos Eduardo José Gonçalves Orientador: Felipe Ferreira Isabella Vieira Daudt de Oliveira Orientadora: Fernanda Pequeno Júlio Ricardo Menezes Silva Orientador: Maurício Barros de Castro Luíza Estruc dos S. de Oliveira Orientador: Alexandre Ragazzi Octávio Fideles Gomes de Abreu Orientadora: Evelyne Azevedo 2020 Ana Carolina Castro Silva Orientadora: Fernanda Pequeno Beatrice de Andrade Cabral Orientador: Alexandre Ragazzi Emmanuele Russel Salvador Orientadora: Fernanda Pequeno Herbert Roberto de Paz López Orientador: Maurício Barros de Castro Rodrigo Manoel P. Guimarães Orientadora: Evelyne Azevedo André Luis da Rocha Perrett Orientadora: Tamara Quírico Daniel Iadanza Forain Orientadora: Evelyne Azevedo Coorientadora: Tamara Quírico Handerson de Menezes Lopes Orientador: Felipe Ferreira Igor Pires do Nascimento Orientador: Alexandre Ragazzi 2019 Aline Siqueira Cordeiro Orientadora: Fernanda Pequeno Georges Marques Gonçalves Orientador: Maurício Barros de Castro Jaqueline Namorato A. Leitão Orientador: Alexandre Ragazzi Juliana Santos Pereira Orientador: Marcelo Campos André Fernandes Leite da Luz Orientador: Alexandre Ragazzi Heloize Amaro Orientadora: Maria Berbara Juliana Gill Bahia Knopp Orientador: Marcos Albuquerque Laura Ludwig Alves Orientadora: Tamara Quírico

  • Maria Berbara | PPGHA | UERJ

    Maria Berbara Maria Berbara é doutora pela Universidade de Hamburgo (Alemanha) e professora de História da Arte na UERJ desde 2005. Especializou-se em história da arte e da cultura, globalização e intercâmbio intelectual no mundo atlântico entre os séculos XV e XVII. Atualmente pesquisa a história da França Antártica, a imagem global dos Tupinambá, percepções da juventude e a relação entre arte, doenças e processos de conversão no mundo atlântico durante a primeira modernidade. É uma das coordenadoras do projeto “Conectar a Fronteira Amazônica: Fluidez Artística e Cultural na Primeira Modernidade”, financiado pela iniciativa Connecting Art Histories da Fundação Getty (2023-2025). Seus projetos individuais e coletivos de pesquisa foram financiados pela Fundação Getty e Getty Research Institute; Villa I Tatti, The Harvard Center for Italian Renaissance Studies; Center for Advanced Study in the Visual Arts (Washington, D.C.); Deutscher Akademischer Austauschdienst (Alemanha); Institut National d’Histoire de l’Art (França); Fapesp; Faperj; CNPq e Capes. É procientista e bolsista de produtividade do CNPq. E-mail maria.berbara@uerj.br Projeto de pesquisa Título Arte, cultura e e cologia entre a Europa e as Américas durante a Primeira Época Moderna Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição O objetivo central deste projeto é a investigação do trânsito de linguagens artísticas, cultura material, ideias, livros, tecnologias, populações, plantas, animais e doenças entre a Europa e as Américas durante a primeira modernidade (séculos XV – XVII). Oriento teses e dissertações nos seguintes campos: edição e tradução, ao português ou espanhol, de fontes fundamentais da literatura histórico-artística; investigações que considerem a circulação de linguagens artísticas, discursos, livros e objetos de arte entre diferentes zonas do globo; a representação do sacrifício no mundo atlântico durante a primeira modernidade; a história cultural das pandemias, com ênfase no continente americano durante os séculos XVI e XVII; a França Antártica e seus desdobramentos; estudos bioculturais em “ambientes extremos” (principalmente a Amazônia e a Patagônia); o conceito de império e suas translações, e a imagem global dos Tupinambá.

  • Grupos de pesquisa | PPGHA | UERJ

    Grupos de Pesquisa Laboratório da Arte Carnavalesca (LAC) Tem por objetivo reunir pesquisadores interessados em questionar as abordagens tradicionais do pensamento carnavalesco e propor novos enfoques capazes de colocá-las sob novas perspectivas no campo da arte e da cultura contemporâneas. Procura incentivar discussões que proponham novas teorias do pensamento acadêmico sobre questões ligadas ao carnaval em seu sentido mais amplo, incluindo-se aí as formas assumidas pela festa, suas expressões dramáticas, suas formas de socialização e suas manifestações indumentárias e alegóricas. Integrantes Felipe Ferreira e Marcelo Campos LAPA Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade Morrinho, 2019 (detalhe). Fotografia João Vergara. Grupo de pesquisa certificado pelo CNPq, criado em 2018, vinculado ao Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O LAPA possui duas linhas de pesquisa. São elas: Arte, políticas da alteridade e cultura popular e Arte e relações étnico-raciais. A linha Arte, políticas da alteridade e cultura popular investiga os intercâmbios, conexões, conflitos e negociações entre os campos das artes visuais e da cultura popular no âmbito das políticas da alteridade. A linha de pesquisa Arte e relações étnico-raciais aborda as conexões entre os campos da arte, da cultura e das relações étnico-raciais, por meio de uma perspectiva interdisciplinar e transnacional. Integrante Maurício Barros de Castro Núcleo de Antropologia da Arte (N.A.d.A) O N.A.d.A é um grupo de pesquisa interdisciplinar e interdepartamental. Reúne pesquisadores ligados à Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPCIS) e à Pós-Graduação em História da Arte (PPGHA) da UERJ. Sua proposta é estudar as relações entre produção, circulação e recepção de obras de arte em diálogo com a Antropologia. Nesse sentido, esse grupo de pesquisa procura pensar principalmente a contribuição da Antropologia para os estudos da História da Arte Global. Assim, o grupo dá ênfase para analisar a arte em seus sentidos antropológicos no contexto da globalização e do multiculturalismo. Investigamos o modo como o sistema de arte agencia vínculos entre instituições, espectadores e discursos sobre a alteridade, principalmente na busca pela representação de discursos pós-coloniais, antes marginais ao sistema. Integrantes Marcos Albuquerque, Marcelo Campos e Maurício Barros de Castro NUCLEAR Núcleo de Livres Estudos em Arte e Cultura Ana Linnemann, Bordadinhos Modernistas (detalhe), 2009. O NUCLEAR é um grupo de pesquisa que engloba diferentes ações acadêmicas e culturais, a saber: desenvolvimento e/ou orientação de pesquisas no campo da arte e da cultura, envolvendo professores e alunos da UERJ, bem como pesquisadores de outras instituições; realização de eventos acadêmicos, como seminários, palestras, colóquios, cursos, oficinas etc., ampliando o intercâmbio de informações e experiências; publicação, na forma de livros, jornais, revistas e meios eletrônicos, de textos sobre o assunto; realização de convênios e intercâmbios nacionais e internacionais, ampliando as parcerias com outras instituições também dedicadas ao campo da arte e da cultura contemporânea; participação em eventos e publicações acadêmicas nacionais e internacionais. Integrantes Fernanda Pequeno, Marcelo Campos, Rafael Cardoso, Reginaldo Leite, Roberto Conduru e Vera Beatriz Siqueira Studiolo Estudos em História da Arte da Antiguidade à Primeira Época Moderna Este grupo de pesquisa dedica-se ao estudo da recepção da tradição clássica, aí compreendida enquanto uma vertente fundamental do pensamento e cultura ocidentais que media inter-relações permanentes entre as assim chamadas Antiguidade clássica, Idade Média e Primeira Época Moderna. O grupo estrutura-se em três eixos fundamentais: as relações artísticas entre o Egito e a Roma Imperial; os usos e funções de imagens cristãs na Europa entre os séculos XIII e XVI; e os intercâmbios artístico-culturais entre a Itália, a Península Ibérica e o continente americano durante a Primeira Época Moderna. Não obstante a diversidade de seus temas, o grupo tem como denominador comum seu vínculo a frentes contemporâneas de pesquisa no campo da globalização, do pós-colonialismo e do trânsito de linguagens artísticas. Integrantes Alexandre Ragazzi, Evelyne Azevedo, Maya Suemi Lemos, Maria Berbara e Tamara Quírico

  • Amanda Reis Tavares Pereira | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Amanda Reis Tavares Pereira Projeto: Trânsitos: cultura popular e arte moderna e contemporânea no Brasil Plano de trabalho: Cultura Popular: modos de usar Resumo: A “arte popular” foi fundante na constituição do moderno no país, e sua valorização nesse contexto fomentou um repertório e uma bibliografia considerável sobre o assunto, promovendo diálogos importantes entre produções consideradas “populares” e “não populares” ou eruditas. A urgência da revisão historiográfica e de suas categorias e critérios classificatórios bem como o esforço do acerto de contas com o que Denise Ferreira da Silva chama de “a dívida impagável” têm lançado luz em lacunas profundas no campo da pesquisa em arte, expondo e impondo os desafios e as dificuldades de olhar, revisar e/ou compreender produções artísticas que foram historicamente invisibilizadas e/ou circunscritas a “categorias” (algumas consideradas “arte menor”), que, na contemporaneidade, têm passado por um processo de revisão, como o caso das ditas artes naïf, ornamental e também a popular. Considerando a debilidade de narrativas totalizantes, isto é, compreendendo que cada percurso é único e mobiliza, em torno de si, questões, agentes, referências, processos, trânsitos e trabalhos de modo específico, o projeto propõe investigar os sentidos que o termo assume a partir de estudos de caso, entendendo, em cada caso, a implicações da associação à noção de popular. Tapeçaria de Madalena Santos Reinbolt, Sem título , c.1969-77. Col. Edmar Pinto Costa.

  • Jefferson de Albuquerque Mendes | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Jefferson de Albuquerque Mendes Fritz Saxl na sala de leitura da Kulturwissenschaftliche Bibliothek Warburg, Hamburgo, c. 1921. Acervo Warburg Institute, Londres. Projeto: As Vidas das Imagens em Fritz Saxl: Fortuna Crítica e Tradução Comentada Resumo: A pesquisa que aqui se apresenta pretende se debruçar sobre a obra de Fritz Saxl (1890- 1948), mais especificamente sobre a parte dedicada aos temas mais diversos que lhe foram caros na história da arte, de Velasquez a relação entre arte e ciência no Renascimento. Seus estudos representam hoje umas das mais expressivas contribuições ao debate teórico-metodológico no âmbito das artes. Visitou campos intermediários em épocas históricas que considerava períodos de transição e de conflitos: o Primeiro Renascimento florentino, o período tardo-antigo oriental, o contexto holandês do século XVII. Além do mais, no interior desses períodos, sua predileção era o estudo de homens que, por sua profissão ou destino, ocupavam posição ambígua: mercadores que eram, ao mesmo tempo, amantes da arte, cujos gostos estéticos se mesclam com interesses comerciais; filósofos, cuja imaginação pictórica chocava-se com o próprio desejo de ordem lógica; astrólogos que combinavam política religiosa e superstição entre ciência e matemática. A despeito de sua importância, seu nome ainda é, praticamente, desconhecido pela academia brasileira. Nosso projeto pretende contribuir com a criação de um movimento de recepção das obras de Fritz Saxl em língua portuguesa. É importante informar que este projeto pretende analisar o ramo da historiografia da arte voltado para os estudos sobre a civilização italiana do Renascimento a partir da particular preocupação de estabelecer uma ligação entre a arte e o mais vasto campo da cultura. O corpus desta pesquisa é composto pela tradução dos escritos de Saxl sobre a arte do medievo e do rescimento, que comporão o livro “A Vida das Imagens – volume 1”. O projeto, por fim, tenta responder a questão que permanece para muitos: quem é Fritz Saxl, e qual o seu lugar e importância na historiografia da arte? O projeto visa sanar, em parte, carência de tradução de seus escritos Palavras-chave: Fritz Saxl; História da Arte; Historiografia da Arte; Fortuna Crítica; Tradução. .

  • Doutorandos | PPGHA | UERJ

    Discentes – Doutorado 2024 Beatrice De Andrade Cabral Orientador: Alexandre Ragazzi Carolina M. Garcia F. Pereira Orientador: Marcos Albuquerque Fabiana Pereira Da Silva Orientadora: Ana Paula Alves Ribeiro Isadora Gamba Dallapria Orientador: Maurício Barros de Castro Coorientador: Reginaldo da Rocha Leite Laura Cristina Souza Da Silva Orientador: Fernanda Pequeno Da Silva Mariana Silva Vidal Orientadora: Evelyne Azevedo Priscila Barcelos Tomé Orientador: Fernanda Pequeno Stephanie da Rocha S. da Silva Orientador: Maurício Barros de Castro Camila De Macedo Souza Orientadora: Maya Suemi Lemos Eduarda Ferrari Soletti Orientadora: Maya Suemi Lemos Igor Pires Do Nascimento Orientador: Alexandre Ragazzi João Paulo Brito dos Santos Orientadora: Ana Paula Alves Ribeiro Luíza Estruc Dos S. De Oliveira Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Octávio Fideles Gomes De Abreu Orientadora: Evelyne Azevedo Rodrigo Manoel P. Guimarães Orientadora: Evelyne Azevedo Vivian Greco C. De Araujo Orientador: Tamara Quírico 2023 Ana Elisa Lidizia S. Claro Dias Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Fabiana Ferreira de Alcantara Orientador: Marcos Albuquerque Juliana Santos Pereira Orientador: Marcelo Gustavo L. De C. Vanessa Freitas Mendes Callado Orientador: Maria Cristina Louro Berbara Debora Marques Moraes Orientadora: Luiz Felipe Ferreira Grasiela Duarte de Oliveira Orientador: Tamara Quírico Samanta Guimarães N. Castro Orientador: Fernanda Pequeno Da Silva 2022 Anne Christina Duque E. Meyer Orientadora: Maya Suemi Lemos Cynthia Caroline E.S. Cavalcante Orientador: Marcos Albuquerque 2021 André Fernandes Leite da Luz Orientador: Alexandre Ragazzi Gabriel Haddad Gomes Porto Orientador: Felipe Ferreira Maria Eduarda Kersting Faria Orientador: Maurício Barros de Castro Paulo Roberto do Couto Filho Orientador: Marcos Albuquerque Thaís Rocha Barbosa Orientador: Maurício Barros de Castro Fabrizio Claussen Orientadora: Maya Suemi Lemos Lygia Santiago de Mello Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Natalia da Silva Cândido Orientador: Marcelo Campos Thábata Castro Roberto Orientador: Marcelo Campos Thiago Saldanha Lacerda Orientador: Felipe Ferreira 2020 Alessandra Cascardi de Moraes Orientadora: Maria Berbara Gabriela Caspary Corrêa Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Pollyana Campos Quintella Orientador: Marcelo Campos Richard Gomes da Silva Orientadora: Tamara Quírico Ana Carolina Cometti Oliozi Orientador: Felipe Ferreira Letícia Roberto dos Santos Orientadora: Tamara Quírico Raquel Fernandes Orientador: Maurício Barros de Castro Stefania de Paiva Januario Orientadora: Vera Beatriz Siqueira 2019 Aline Valadão Vieira G. Pereira Orientador: Felipe Ferreira Daniele de Sousa Machado Orientadora: Vera Beatriz Siqueira Jefferson de A. Mendes Orientadora: Maya Suemi Lemos Bernardo W. Marques Baptista Orientador: Maurício Barros de Castro Graciana Pereira de Almeida Orientadora: Maria Berbara Tiago José Freitas Batista Orientadora: Tamara Quírico

  • PPGHA | UERJ | Programa de Pós-Graduação em História da Arte | Brasil

    PPGHA / UERJ. Programa de Pós-Graduação em História da Arte. Cursos de Mestrado e Doutorado. Área de concentração: "História da Arte Global". Linhas de pesquisa: "Arte e Recepção" e "Arte e Alteridade. O Programa O PPGHA promove estudos interdisciplinares em história da arte a partir de uma perspectiva global. O programa abraça projetos de pesquisa extremamente diversos do ponto de vista espaço-temporal, incluindo, entre outros, estudos sobre a antiguidade greco-romana; o Renascimento global; a arte produzida no Brasil entre os séculos XIX e o momento presente; o Carnaval em sua longue durée ; a assim chamada “arte afro-brasileira” e a produção artística indígena. Essas variadas frentes comungam de uma premissa comum: a necessidade de descentralizar e renovar tanto os objetos quanto os métodos da disciplina, criando uma percepção multicêntrica do mundo e das artes. O PPGHA pretende participar de forma qualificada nos debates atuais sobre a disciplina histórico-artística e, mais especificamente, sobre a perspectiva da História da Arte Global. Missão Contribuir para o desenvolvimento de uma História da Arte engajada nas questões da sociedade contemporânea, promovendo a atualização e o aperfeiçoamento de conhecimentos técnico-científicos e artístico-culturais para uma atuação qualificada e crítica no campo científico, educacional e cultural, incluindo atividades do magistério na Educação Básica ou Superior, na pesquisa científica, nas instituições culturais e patrimoniais ou nas demandas específicas do mercado de trabalho na área de Arte e Cultura, tendo como premissas éticas a inclusão da diversidade social, racial, de gênero e ambiental, o respeito à livre circulação e ao debate de ideias, o estímulo ao desenvolvimento de novas metodologias e epistemologias e o pleno exercício da cidadania. Visão O PPGHA pretende se afirmar como polo formador de referência de mestres e doutores que contribuam para o avanço dos debates nacionais e internacionais sobre a disciplina histórico-artística e, mais especificamente, sobre a perspectiva da História da Arte Global, contribuindo para a descolonização do pensamento sobre a Arte e a Cultura e para a adoção de uma perspectiva comprometida com as questões sociais da atualidade. Valores Buscar a excelência acadêmica, incentivando pesquisas inovadoras no campo da História da Arte, comprometidas especialmente com a descolonização da disciplina e com o seu impacto social e cultural; Contribuir para o aprimoramento da educação básica e superior e para a dinamização das instituições culturais, patrimoniais e de pesquisa na área de Artes, por meio do aprimoramento profissional de seus egressos e de uma atuação qualificada e crítica junto ao circuito artístico-cultural, aos órgãos de patrimônio e às instituições de ensino, em diferentes níveis; Atender às demandas de formação requeridas pelas pesquisas e pela atuação profissional dos pós-graduandos; Atentar para a responsabilidade social do programa, apoiando uma atuação sustentável e socialmente efetiva de docentes e discentes, a inclusão da diversidade social, a manutenção da saúde física e mental de sua comunidade e a gestão democrática.

  • Maya Suemi Lemos | PPGHA | UERJ

    Maya Suemi Lemos Graduada em música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), mestre e doutora em história da música e musicologia pela Université Paris- Sorbonne (Paris IV). Realizou estágios de pós-doutorado no Programa de Pós- Graduação em Música da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2017) e no Instituto de Etnomusicologia (INET-md) da Universidade de Aveiro, Portugal (2021). Foi professora visitante na Universidade de Aveiro (2022). É professora associada no Departamento de Formação Humana com Tecnologias na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, docente no Programa de Pós-Graduação em História da Arte da UERJ e no Programa de Pós-Graduação em Música da UNIRIO. Suas pesquisas têm ênfase nos processos de agência e mediação nas artes e na música. Atuou de 2006 a 2021 nas políticas públicas para as artes em âmbito federal, como gestora na Fundação Nacional de Artes, FUNARTE. E-mail mayasuemi@gmail.com Projeto de pesquisa Título Arte, agência e mediação Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Interessamo-nos, neste projeto, pelas formas pelas quais objetos, fenômenos e processos artísticos operam no âmbito da experiência humana do mundo, seja como dispositivos de assimilação e participação, seja como elementos catalisadores nos processos de transformação, seja como mecanismos reacionais ou como forças disruptivas. Propõe-se um diálogo entre os distintos campos do saber, abrigando objetos de distintas modalidades da arte e da representação – música, artes visuais, artes da cena e literatura –, mas também atentando para os trânsitos e convergências entre elas e as demais zonas da experiência, do pensamento e do conhecimento. Alguns tópicos vêm recebendo uma atenção especial no âmbito do projeto, embora não exclusiva, tais como: 1. As formas pelas quais a arte participou no processo de constituição da racionalidade moderna, a partir da Primeira Modernidade (aqui situada num arco temporal compreendido, grosso modo, entre os séculos XV e XVIII); 2. As formas pelas quais a arte participou e participa de processos de produção de alteridades, com efeito sobre a geografia simbólica do mundo, suas repartições, suas assimetrias; 3. História da Arte Global e complexidade: como as epistemologias da complexidade podem inspirar novos olhares sobre os fenômenos artísticos.

  • Maurício Barros de Castro | PPGHA | UERJ

    Maurício Barros de Castro Doutor em História pela Universidade de São Paulo (2007), é professor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Seus interesses de pesquisa focalizam as artes visuais (moderna e contemporânea) e suas conexões com as culturas populares, a diáspora africana e as relações étnico-raciais. É autor e organizador de diversos livros sobre arte e cultura e possui artigos publicados em periódicos internacionais, como Studies in Visual Arts and Comunication (2019), AM Journal of Art and Media Studies (2018) e African and Black Diaspora (2016). Foi curador, com Analu Cunha e Marcelo Campos, da exposição ESQUELE70 (2019-2020), realizada no Museu do Paço Imperial, no Rio de Janeiro. A exposição coletiva celebrou os 70 anos da UERJ e reuniu estudantes, professores e outros artistas contemporâneos, como Helio Oiticica, Carlos Vergara, Raul Mourão, Cristina Salgado, Marcos Chaves, Luiza Baldan e Ricardo Basbaum. A exposição também homenageou a antiga Favela do Esqueleto, onde a UERJ nasceu. E-mail mauriciobarrosdecastro@gmail.com Projeto de pesquisa Título No lugar do outro: arte, cultura e representação Linha de Pesquisa Arte e Alteridade Descrição As relações entre arte e cultura durante as primeiras décadas do século XX se consagraram em torno do diálogo estabelecido entre as vanguardas artísticas e os antropólogos, principalmente no que diz respeito ao estudo dos objetos etnográficos, pilhados em empreitadas coloniais europeias para compor as coleções dos museus das chamadas metrópoles. A partir da segunda metade do século XX uma série de reivindicações identitárias, envolvendo primordialmente as relações étnico-raciais e questões de gênero, aliada às lutas anticoloniais, principalmente na África, alterou as relações entre arte e cultura centralizadas pelo debate com a antropologia. A emergência dos estudos culturais e sua abordagem que incorpora ao debate as produções de imagens da mídia, as políticas da alteridade, a globalização e a diáspora africana, assim como as tensões pós-coloniais, trazem consigo a crítica ao legado colonial da antropologia e utilizam como ferramenta teórica o conceito de representação. Ao mesmo tempo, as reivindicações por autorrepresentação e a teoria decolonial promovem uma crítica contundente aos circuitos artísticos e culturais e à própria História da Arte. É sobre este cenário que a pesquisa pretende refletir.

  • Reginaldo Leite | PPGHA | UERJ

    Reginaldo Leite É professor adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte da UERJ. Realizou pesquisa de pós-doutorado no PPGHA / UERJ. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV / UFRJ. Mestre em História da Arte pelo PPGAV / UFRJ, universidade pela qual é graduado em Cenografia. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA). Atuou como cenógrafo em óperas, teatro, balés, cinema e carnaval, recebendo algumas premiações. Sua área de interesse compreende a história da arte brasileira e europeia dos séculos XIX e XX, sobretudo, o estudo da expressão dramática nas artes visuais e o decadentismo. E-mail rochaleitereginaldo@yahoo.com Projeto de pesquisa Título Imagem em abertura: pathos e expressão dramática na produção visual do século XIX e da primeira metade do século XX Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Partindo do pensamento de Georges Didi-Huberman, o qual acredita ser possível compreender a história da arte por meio de três linhas específicas – da estética, da semântica e do pathos, este projeto de pesquisa propõe refletir sobre emoção, pathos e decadentismo na produção visual dos oitocentos e da primeira metade do século XX. O estudo parte da observação de como os manuais compositivos, elaborados pelo francês Charles Lebrun (1619-1690) – Epítome de Anatomia e Physiologia das Paixões –, e pelo espanhol Modesto Brocos Y Gomez (1852-1936) – Retórica dos pintores –, adotados como material didático durante a formação artística acadêmica, foram utilizados como receituários das “fórmulas de representação dos estados da alma” por artistas do período selecionado. Em sequência, o projeto pretende verificar como a crítica da arte se comportou diante dos trabalhos visuais que primavam pela emoção, assim como, pelo seu perfil decadentista, na Europa e no Brasil. Título Imagem em abertura: pathos e expressão dramática na produção visual do século XIX e da primeira metade do século XX Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição Partindo do pensamento de Georges Didi-Huberman, o qual acredita ser possível compreender a história da arte por meio de três linhas específicas – da estética, da semântica e do pathos, este projeto de pesquisa propõe refletir sobre emoção, pathos e decadentismo na produção visual dos oitocentos e da primeira metade do século XX. O estudo parte da observação de como os manuais compositivos, elaborados pelo francês Charles Lebrun (1619-1690) – Epítome de Anatomia e Physiologia das Paixões –, e pelo espanhol Modesto Brocos Y Gomez (1852-1936) – Retórica dos pintores –, adotados como material didático durante a formação artística acadêmica, foram utilizados como receituários das “fórmulas de representação dos estados da alma” por artistas do período selecionado. Em sequência, o projeto pretende verificar como a crítica da arte se comportou diante dos trabalhos visuais que primavam pela emoção, assim como, pelo seu perfil decadentista, na Europa e no Brasil.

  • Daniele Cristina Liberato de Oliveira | PPGHA | UERJ

    PÓS DOUTORANDOS / Daniele Cristina Liberato de Oliveira Ângelo Agostini. Revista Illustrada. Ano 13, n º 507, p.1. Rio de Janeiro, 1888. Fonte: BN Digital Projeto: De Possuída à Redentora: a indesejada Princesa Isabel e seu imaginário sob o olhar de Angelo Agostini na Revista Illustrada durante a segunda metade do século XIX - 2022-2024 Resumo: O presente trabalho procura compreender a construção de um imaginário sobre a Princesa Isabel sob a perspectiva do ilustrador Angelo Agostini, em sua atuação na Revista Illustrada, entre os anos de 1876 e 1898. Neste período, as imagens criadas sobre a Princesa tiveram diferentes abordagens, as quais poderiam compreender desde sua rejeição à possibilidade de um Terceiro Reinado até o título de Redentora, este último conectado a suas atividades que contribuíram para o fim da escravidão no Brasil. A pesquisa analisa o repertório visual produzido pelo artista na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de aprofundar-se sobre a recepção da Princesa em um meio de comunicação cotidiano da população brasileira. Pretnde, ainda, analisar como seu impacto foi sendo ampliado à luz dos acontecimentos políticos do período. Sendo assim, o presente trabalho busca estabelecer uma relação entre a criação e circulação da imagem da Princesa que posteriormente se converteria em uma heroína para a República. Palavras-chave: Princesa Isabel; Angelo Agostini; iconografia política; Revista Illustrada

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