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- Coordenação e Comissões | PPGHA | UERJ
PPGHA / UERJ. Programa de Pós-Graduação em História da Arte. Cursos de Mestrado e Doutorado. Área de concentração: "História da Arte Global". Linhas de pesquisa: "Arte e Recepção" e "Arte e Alteridade. Coordenação Marcelo Campos (Coordenador) Maria Berbara (Coordenadora Adjunta) Comissões Permanentes Comissão de Coordenação da Pós-graduação Vera Beatriz Siqueira Ana Paula Alves Ribeiro Jeferson Rodrigues Comissão PROAP Alexandre Ragazzi Felipe Ferreira Comissão de Bolsas Marcelo Campos (presidente) Maya Suemi Lemos Marcos Albuquerque Planejamento Estratégico e Autoavaliação Vera Beatriz Siqueira Paulo Merísio (membro externo) Comitê Curatorial de Divulgação Científica Vera Beatriz Siqueira Camila de Macedo Souza David Henrique de Andrade Bispo Joice Maria Borges Viecceli Laura Cristina Souza da Silva Lygia Santiago de Mello Vanessa Freitas Mendes Callado
- Daniele Machado | PPGHA | UERJ
PÓS DOUTORANDOS / Daniele Machado Projeto: Economia da arte no circuito carioca Resumo: É comum que a abordagem sobre a economia da arte seja direcionada à comercialização das obras. No entanto, a relação entre quem paga e quem recebe para fazer com que as atividades e as instituições de arte funcionem é mais do que a imagem luxuosa usualmente associada ao universo das galerias comerciais de grande porte. Independentemente dessa visão reducionista a respeito da circulação de renda no meio das chamadas artes visuais, sua economia é um assunto mais complexo e obscuro, não somente para quem está começando a atuar nesse campo, mas também para profissionais experientes. Há uma baixa quantidade de pesquisas dedicadas a essa temática, o que frequentemente acarreta análises baseadas meramente em experiências individuais. O presente projeto tem como objetivo estudar a economia da arte a partir do circuito carioca, abrangendo seus diversos agentes. Serão abordadas diferentes temporalidades, observando permanências e transformações, contribuindo com uma revisão bibliográfica, pesquisas quantitativas e qualitativas para levantamento de dados e estudos de caso. Assim, essa investigação pretende contribuir com os esforços de sistematização das informações a respeito desse tema, ampliando o diálogo entre a História da Arte e os estudos sociais e culturais, tal como a economia cultural.
- Docentes | PPGHA | UERJ
Docentes Alexandre Ragazzi Pintura e escultura durante o Renascimento e o Maneirismo italianos; literatura artística; teoria e prática da arte; modelos artísticos e sua recepção. Ana Paula Alves Ribeiro Imagens das Cidades (Fotografia, Arte Pública, Arte Urbana, Performances); Cinema e Cidade; Cinema Negro; Cultura Visual; Museus Negros; Museus Afro-digitais. Evelyne Azevedo Docente Colaboradora Arte e arqueologia; intercâmbios socio-culturais no antigo Mediterrâneo; recepção da tradição clássica. Felipe Ferreira Estudos culturais; hegemonia; carnaval; cultura popular; arte popular; arte carnavalesca; personagens carnavalescos; indumentária carnavalesca. Fernanda Pequeno Arte contemporânea; arte moderna e contemporânea no Brasil; instituições artísticas; feminismos. Igor Simões Docente Colaborador Articulações entre exposição, montagem fílmica, histórias da arte e racialização na arte brasileira; visibilidade de sujeitos negros nas artes visuais. Leonardo Bora Narrativas de desfiles de escolas de samba; conceitos desdobráveis de utopia (eutopia, distopia, heterotopia), diáspora e antropofagia cultural. Marcelo Campos Arte brasileira; antropologia da arte; afrobrasilidade; decolonialidade. Marcos Albuquerque Antropologia; etnicidade indígena; antropologia da arte; arte étnica; museus indígenas; performance; antropologia visual; vídeo etnográfico. Maria Berbara Renascimento global; colonialismo e globalismo na primeira época moderna; intercâmbios culturais e intelectuais no mundo atlântico; recepção da tradição clássica. Maurício Barros de Castro Arte, antropologia e representação do outro; museus, coleções e políticas da alteridade; teoria decolonial e diálogos interdisciplinares; arte e relações étnico-raciais; culturas populares e imagens da diáspora africana. Maya Suemi Lemos Arte e música: trânsitos, agência, mediação; história da arte global e epistemologias da complexidade; arte e constituição da racionalidade moderna; arte e produção de alteridades. Rafael Cardoso Docente Colaborador Arte brasileira, séculos 19 e 20; artes gráficas e design editorial; modernidade e modernismo; teoria da imagem; história do ensino artístico; exílio, diáspora e transculturação. Reginaldo Leite Arte brasileira e europeia dos séculos XIX e XX, ensino artístico acadêmico, pathos e paixões na arte, decadentismo em pintura, manuais compositivos e retórica visual. Tamara Quírico Imagens cristãs; devoção por imagens na Idade Média e na Primeira Época Moderna; religiosidade cristã e suas manifestações entre a Europa e a América. Vera Beatriz Siqueira Modernismo no Brasil; Modernismo Global; Arte moderna e contemporânea no Brasil; paisagismo moderno no Brasil; Arte e ecologia no Brasil; Recepção e derivação de modelos artísticos.
- Marcelo Campos | PPGHA | UERJ
Marcelo Campos Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É professor associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. É curador do Museu de Arte do Rio. Foi diretor da Casa França-Brasil entre 2016 e 2017. É professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e membro dos conselhos do Museu do Paço Imperial (RJ) e do Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea (RJ). É doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes da UFRJ (2005). Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais. No livro "Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos" (Salvador: Editora Caramurê, 2016), Campos revê suas análises e inclui parte significativa da produção moderna e contemporânea brasileira em um levantamento de mais de 90 artistas. Desde 2004, realiza curadoria de exposições em diversas instituições no Brasil, dentre as quais são destacadas algumas a seguir. As matrizes africanas e afro-brasileiras são pesquisadas em exposições como "Bispo do Rosário, um canto, dois sertões", no Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, em 2015; "Orixás", Casa França Brasil, 2016; "O Rio do Samba: resistência e reinvenção", Museu de Arte do Rio (MAR), 2018, junto com Evandro Salles, Nei Lopes e Clarissa Diniz. Em 2018, uma grande exposição atualizou o mapeamento da região Nordeste, incluindo pesquisa e trabalho de campo em todos os estados da região, junto com os curadores Clarissa Diniz e Bitú Cassundé, resultando numa mostra de grande porte no Sesc 24 de maio, em São Paulo. Atualmente, coordena pesquisas sobre artistas afrodescendentes no Projeto de extensão "Arte e Afrobrasilidade". E-mail marcelo.campos@uerj.br Projeto de pesquisa Efrain Almeida. Hummingbirds. Escultura em bronze policromado, 2015. Foto: Wilton Montenegro. Título Nas fronteiras da arte: reflexividades contemporâneas Linha de Pesquisa Arte e Alteridade Descrição Este projeto propõe estudos e análises sobre as reflexividades do objeto de arte. Buscam-se, em distintas imagens e narrativas, as condições que fundamentam objetos e sujeitos numa suposta produção de arte que se contextualiza em discursos identitários. A antropologia e a arte nos alertam que a ação está circunscrita a ethos e visões de mundo, o que nos impulsiona a refletir sobre a interseccionalidade entre etnicidades, gêneros, classes sociais, naquilo que passou a ser denominado "pós-colonialismo". O narrador assume instâncias de produtor de gestos e, sobretudo, protagonista, inserindo-se, muitas vezes, como crítico dos discursos vigentes. Expõe-se, deste modo, a arte como estratégia política a pertencimentos socioculturais.
- Felipe Ferreira | PPGHA | UERJ
Felipe Ferreira Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAV-UFRJ,1996), doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGG-UFRJ, 2002) com bolsa-sanduíche no Institut de Géographie-Université Paris IV-Sorbonne e pós-doutorado em Letras pela Université Paris III-Sorbonne Nouvelle. É líder do grupo de pesquisa Laboratório da Arte Carnavalesca e criador do Centro de Referência do Carnaval. Tem experiência nas áreas de Artes e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: carnaval, cultura popular, arte popular, festas, Rio de Janeiro e escola de samba. É membro do corpo de Jurados do Estandarte de Ouro, conselheiro do Museu do Samba e faz parte da Red Internacional de Investigadores em Estudios de Fiesta, Nación y Cultura. Autor de diversos livros sobre carnaval, entre eles O livro de ouro do carnaval brasileiro, Inventando carnavais, Escritos carnavalescos, Meu carnaval Brasil e O palco dos sonhos. E-mail felipeferreira@pobox.com Projeto de pesquisa Título Carnavais, tradições, resistências e consentimentos Linha de Pesquisa Arte e Alteridade Descrição Diálogos e tensões entre atores e processos presentes no surgimento e continuidade das diversas formas e práticas carnavalescas no Brasil e no mundo a partir de referenciais teóricos ligados aos conceitos de texto, no sentido utilizado pelos Estudos Culturais, com especial interesse pelos diferentes discursos que estabelecem os sentidos e visualidades dos atores carnavalescos, ressaltando o caráter contingente das tensões que estabilizam seus significados no espaço/tempo.
- Fernanda Pequeno | PPGHA | UERJ
Fernanda Pequeno É professora adjunta do Departamento de Teoria e História da Arte da UERJ. Realizou pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Hamburgo, entre 2019 e 2020. Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/ UFRJ (2014). Realizou o estágio doutoral (bolsa sanduíche) no Chelsea College of Art & Design (Londres, 2012). Mestre em Artes pela UERJ (2007), universidade pela qual é licenciada em Educação Artística (2004). Foi coordenadora de exposições do Departamento Cultural da universidade (2016-2018). Autora de Lygia Pape e Hélio Oiticica: conversações e fricções poéticas (Apicuri, 2013). Integra a equipe editorial da revista Concinnitas desde 2015. Atua como curadora desde 2009. Entre as suas curadorias destacam-se: Possibilidades do ateliê contemporâneo (Funarte/ EAV Parque Lage, 2009), Vida Longa ao Vila Longuinhos! (Museu Murilo La Greca, 2009), Escuta da imagem (Ibeu, 2011), Play (Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, 2013-14), Nós (Caixa Cultural, 2016-17), Panelas de pressão também sibilam (Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, 2017), Bruto (Galeria Candido Portinari, 2018), Rios do Rio (Museu Histórico Nacional, 2019). E-mail fernandapequeno@gmail.com Projeto de pesquisa Exposição Nós, Caixa Cultural, 2016. Foto: Rafael Adorján. Título Arte como valor: processos de legitimação e institucionalização do trabalho de arte Linha de Pesquisa Arte e Recepção Descrição O projeto investiga os agentes que compõem o sistema artístico contemporâneo, assim como as instâncias de viabilização, circulação, inserção e comercialização dos trabalhos de arte. Artistas, museus, galerias de arte, publicações, universidades e escolas de arte, assim como críticos e curadores compõem um complexo sistema no qual exposições, coleções públicas e privadas e programas de residência criam redes complementares que atuam na legitimação e na institucionalização de obras e processos artísticos.
- Amanda Reis Tavares Pereira | PPGHA | UERJ
PÓS DOUTORANDOS / Amanda Reis Tavares Pereira Projeto: Trânsitos: cultura popular e arte moderna e contemporânea no Brasil Plano de trabalho: Cultura Popular: modos de usar Resumo: A “arte popular” foi fundante na constituição do moderno no país, e sua valorização nesse contexto fomentou um repertório e uma bibliografia considerável sobre o assunto, promovendo diálogos importantes entre produções consideradas “populares” e “não populares” ou eruditas. A urgência da revisão historiográfica e de suas categorias e critérios classificatórios bem como o esforço do acerto de contas com o que Denise Ferreira da Silva chama de “a dívida impagável” têm lançado luz em lacunas profundas no campo da pesquisa em arte, expondo e impondo os desafios e as dificuldades de olhar, revisar e/ou compreender produções artísticas que foram historicamente invisibilizadas e/ou circunscritas a “categorias” (algumas consideradas “arte menor”), que, na contemporaneidade, têm passado por um processo de revisão, como o caso das ditas artes naïf, ornamental e também a popular. Considerando a debilidade de narrativas totalizantes, isto é, compreendendo que cada percurso é único e mobiliza, em torno de si, questões, agentes, referências, processos, trânsitos e trabalhos de modo específico, o projeto propõe investigar os sentidos que o termo assume a partir de estudos de caso, entendendo, em cada caso, a implicações da associação à noção de popular. Tapeçaria de Madalena Santos Reinbolt, Sem título , c.1969-77. Col. Edmar Pinto Costa.
- Benjamin Frouin | PPGHA | UERJ
PÓS DOUTORANDOS / Benjamin Frouin A cantora Dejean. Litogravura de [Sébastien] Auguste Sisson (1824-1898), Rio de Janeiro. Acervo Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. Projeto: (Des)territorialização das óperas e cantatrizes europeias no Brasil no século XIX. Financiamento: Institut d’Histoire des Représentations et des Idées dans les Modernités, IHRIM (Université Lumière Lyon 2) e Réseau Français d’Etudes Brésiliennes, REFEB - Ambassade de France au Brésil. Resumo: Desdobramento de nossa tese sobre os teatros de província dentro do sistema teatral francês, esta pesquisa tem como foco o trânsito internacional do repertório francês de ópera, centrando-se particularmente no caso do Rio de Janeiro do século XIX. Entendemos que as questões de deterritorialização colocadas pela nossa tese se renovam nessa perspectiva global. Até que ponto o modelo francês influencia estruturalmente as práticas líricas na então capital do Império, nomeadamente a criação da Academia Imperial de Música e da Ópera Nacional em 1848? Uma citação significativa do escritor Machado de Assis (O Espelho. Revista Mensal de Literatura, Modas, Indústria e Artes, n°09, 30 outubro 1859, p. 06), então com apenas vinte anos, deixa transparecer todo o interesse em tratar estas questões: Todavia cumpre lembrar o infundado de certo preconceito que por aqui passa por sentença. Falo do concurso de artistas estrangeiros que para algumas suscetibilidades patrióticas tira a cor nacional à idéia da nova instituição. Os que assim pensam parecem ignorar que o talento não tem localidade, fato reconhecido na Europa. A Ópera, a Grande Ópera de Paris, a capital das civilizações modernas, como começou? Com esse concurso de estrangeiros. [...] Ora, em Paris onde se dão essas coisas, há um Conservatório de Música, em um alto pé de desenvolvimento, há iniciativa do governo, e teatro regularizado. A crítica machadiana nos convida a uma reflexão sobre uma multidão de agentes – dentre os quais as obras e os intérpretes são os dois principais - que, desterritorializados, voltam a ser regionalizados, isto é, investem o território tanto quanto são por ele investidos. Como se deu a desterritorialização do teatro francês no Rio de Janeiro? Quem foram seus agentes e quais suas redes de interação? Qual a sua recepção e que dinâmicas transculturais emergem desse processo? São algumas das questões que nos colocamos nessa pesquisa, que tem como base documental, sobretudo, os acervos da Fundação Biblioteca Nacional e do Arquivo Nacional.
- Bolsas | PPGHA | UERJ
Bolsas Bolsa Permanência na Pós-Graduação Informações da PR-4 Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE)2023 EDITAL CAPES EDITAL INTERNO PPGHA RESULTADO DA AVALIAÇÃO Classificação de Candidatos a Bolsas 2022/2023 RESULTADO Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) EDITAL CAPES EDITAL INTERNO PPGHA RESULTADO DA AVALIAÇÃO
- Doutorado | PPGHA | UERJ
Doutorado Duração : 48 meses Créditos : 38 Carga horária : 570 horas Estrutura curricular Percurso Curricular Sugerido
- Teste Ricardo 001 | PPGHA | UERJ
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- Discentes | PPGHA | UERJ
Discentes Mestrado Doutorado